Azul maltrata deficientes and contrata funcionarios violents
Pagando pra ter imagem perfeita. Eu e meu esposo, aceitamos mudar para Azul do Rio a Curitiba nesta manhã que partiu as 11:50 do aeroporto do Santos Dumont ao Afonso Pena. O processo não foi fácil, houve muito atraso, diferentes funcionários nos mudavam de um portão para o outro e após levarem nossos documentos para agilizar o embarque. Até aí, tudo bem porque são incidentes imprevisíveis. Quando chegamos no portão da Azul, nos devolveram nossos passaportes com diferentes portões, assentos e fila de prioridade. Sua funcionaria Gabriella, estatura baixa com luzes no cabelo, devia ser tratado ou tomar calmante, quando só queria esclarecer uma informação que não estava clara, mas ela não me deu a chance de pedir se eu poderia embarcar na mesma fila que o meu marido que tem deficiência. Ela me interrompeu com voz alterada e curta disse:-Escuta aqui, senhora, você não olhou seu ‘ticket’, não? Lê aí e siga as instruções, que Saco! Sei que nenhum aeroporto, ser humano ou sistema e perfeito, mas se um cliente meu reclamasse que um dos meus funcionários tratou com grosseria, mau-humor e deboche, eu com certeza verificaria a forma de tratamento e investigaria o comportamento do funcionário. Ela me humilhou e não permitiu que perguntasse a outro funcionário. Espero que ela pelo menos finja ser educada ou mude de profissão porque lugar de equinos é no estábulo e não recepção de aeroporto.